Jongo no Quilombo São José Estrada de chão
É Pau-a-pique, é São José
Sou quilombola, sim senhor
Filho de preto o que é?
Batuque no escuro
Morena bunita vai tabear
Quero ver quem não vai se juntar
Quando o jongo começar
IoiÔ canta
Iaiá levanta
Levanta a saia
E entra na dança
Quem é branco vira preto
Quem é preto vai dançar
Celebrando a liberdade, realidade iludida
Marcada no passo, no sorriso, na batida, no olhar.
Jogar o charme
Sentir o som do tambor
Jogar o corpo e jongar
Calor
O dia tá clareando
A fogueira apagou
Fuligem voa no ar
Machado pra terminar
JOão Victor

Situando a poesia:
Passei o sábado e o domingo no Quilombo São José, numa festa que esbanjou alegria e efervescência de cultura afrobrasileira. Depois eu ainda vou postar mais sobre o Quilombo
Passei o sábado e o domingo no Quilombo São José, numa festa que esbanjou alegria e efervescência de cultura afrobrasileira. Depois eu ainda vou postar mais sobre o Quilombo

