terça-feira, 15 de setembro de 2009

Beatles Rock Band



Enfim o game mais esperado pelos fãs de Ringo Starr, Paul MacCartney, John Lennon e George Harisson foi lançado no último dia 9. O game estilo "Guittar Hero" só que com músicas dos Beatles. Simplesmente perfeito pra mim. União de duas coisas que eu adoro. Confere aí em cima um vídeo trailler com a performance do Sr. MacCartney.

E agora José?


Lula, Sarney e Collor: quem diria não?!


Abomino os jargões, os tweets incansáveis, os protestos indigestos. Sarney, dinossauro político, representante das "oligarquias" nordestinas, e porque não como nosso compatriota Brizolla diria, "Filhote da Ditadura". Nosso velho conhecido que tem figurado as manchetes da internet.
Não pretendo aqui defender o velho Ney (aliás, isso seria possível?! fica pra outro post... ¬¬) ou massacrá-lo. Deixo isso a cargo dos incansáveis protestos "virtuais", das passeatas nas cidades e é claro dos petistas ou "Lulistas" e outros loucos mais que querem sua permanência. Escrevo não em sua homenagem, mas vislumbrado pelo poder desse incrível meio de comunicação que é a internet.
Para leitores de jornais impressos e televisivos que não usam o Twitter e não fuçam a rede com certeza a um mês atrás seria uma grande surpresa falarmos em Movimento Fora Sarney. Simplesmente quase nada foi, incialmente, veiculado por eles. Os tradicionais meios de comunicação de massa simplesmente olharam meio que an passant pelo tal #ForaSarney. Mas agora estão tendo que se render, ainda que suas manchetes estajam intactas e blindadas.

Manifestação em Brasília no 7 de setembro

Então pensaríamos o seguinte: "Ora, sem apoio da mídia, nada acontece, certo?"
Errado.
Esquecemos do grande poder a que cada vez mais brasileiros estão tendo acesso, o poder da conexão em rede, nossa querida internet. De um dia pro outro, o Twitter se popularizou rapidamente. A arma de 140 caracteres nunca foi tão usada por um próposito em comum neste país de pizzaria. As fotos e vídeos dos protestos eram twittados por grandes personalidades (destaque para Marcelo Tás do CQC http://twitter.com/marcelotas).
Ainda enveredando pelos becos da rede achei uma pérola que representa bem essa influência da internet nos movimentos sociais (no caso, o Fora Sarney mesmo =)


Uma prova de geografia. Uma pergunta idiota. Uma respota inteligente. (pior é que o professor deu a questão como errada. Gente desatualizada. rsrs) Se não der pra ler, aqui tem a transcrição da questão e da resposta do aluno

"7. Em sua opinião, por que atualmente o povo Brasileiro, Não protesta contra casos de corrupção no governo, como protestava antigamente. Resposta Pessoal. (1,0)
@professordegeografia – Você é que não usa o twitter. #forasarney

Convocação para o Fora Sarney aqui no Rio


Passeata Fora Sarney em São Paulo


A internet enfim mostrava suas garras. O povo pegava em armas virtuais. Colocava fogo nos quarteis do poder sentado nos seus próprios sofás ou digitando numa Lan House. De certo não adiantaria apenas teclar. Entretanto mais do que protesto, isso foi um alarme dos novos tempos. O poder da informação ao alcance de todos? Não sei. Só sei que agora José's tem com o que se preocupar porque os Zé's aqui agora não são meros espectadores mais. Nós fazemos notícia e construímos a crítica.

E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu, [...] Carlos Drummond de Andrade.


segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Afonso chorou

Complicação?
Questionamentos?
Complexidades?

Minhas mãos suadas entre as suas
Minhas lágrimas no seu rosto
Seu soriso no meu
Simples assim.







ps: Te amo

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Parabéns, amiga!

Texto pra minha melhor amiga. Aniversário de 18 anos! *-*

Toca o telefone. Quem será? Ah, é a Jéssica. Agora já era. Seriam horas e horas falando. Será que poderia medir todas as horas passadas com você no telefone? Eu não consigo mas com certeza a Oi conseguiu e nossas contas telefônicas sempre vinham com pulsos a mais. Fazer o que né!
Desde os primeiros passos. As primeiras palavras rabiscadas no papel. Nossas letras grandes e redondas, nossos corações crescendo e se convergindo. Sempre houve uma afinidade. Pique-esconde, amarelinha e pula corda. Corram todos. Eu sempre era o mais lerdo.
Depois a fase da depressão. Isso mesmo. A grande transição entre a infância e a adolescência. Mas que coisa terrível! Já ouvi várias vezes a insanidade de que adolescência é a melhor fase da vida. Discordo. A melhor fase da vida é a que vivemos. É o presente. É a melhor porque nós estamos a moldando. Com nossas escolhas damos o tom e as colorações, usando tinta que não se pode remover. Voltamos, tentamos apagar o que é inapagável. Mas de que vale apagar? De que valeria remover as tristezas? Se é nelas que crescemos. É nas crises que somos forjados, tenho certeza. E qual não será maior crise do que crescer?
Depois vieram as flores. Com alguns espinhos, de certo, mas de um esplendido amarelo. Um amarelo vivo e eficaz. O primeiro beijo. Os choros pelas paixonites de menina. As brincadeiras. As palhaçadas dos amigos, minha gargalhada fatal, laços que nunca serão quebrados, pessoas que nunca serão esquecidas. E é claro não poderíamos deixar de mencionar as incríveis obras teatrais. É. Isso mesmo. Esse agora que vos fala já foi escritor de peças. E a menina de que discorro aqui minha atriz preferida. A única capaz de interpretar papéis como de uma maluca caipira, Mari mar e uma testemunha ocular de um crime (que era doida também). Acho que tantos papéis bizarros e loucos se devem a capacidade criativa da minha menina. Ah, esqueci de mencionar. Já me apropriei dela. Acho que depois de passadas cerca de 316 palavras já posso chamá-la assim. Minha menina. Enfim, a minha menina teimosa demais, sonhadora de menos. Aprendi com você a colocar os pés no chão. E tento sempre, ainda que com pouco êxito, te ensinar a voar. A observar o céu azul, o vento no rosto e contemplar os raios do sol nascente da nossa trajetória.
Quanta teimosia hein! Quantas trapalhadas! A menina que conquista o motorista, o trocador e o despachante [interna]. As longas viagens. O colégio que mudou por completo o nosso caminho. Não gosto de exaltar instituições, mas seria um erro não mencionar o papel do Pedro II nas nossas vidas. Não como “autarquia do ministério da educação”, mas sim pelas pessoas. Cada professor, cada colega, cada aprendizado. Mais que matemática e português, aprender a subtrair os erros e que amar é um verbo intransitivo. Isso sim. Amar. Apenas amar.
Minhas palavras inexatas, esses rabiscos feitos com tinta e amor são acima de tudo um agradecimento. Obrigado por estar comigo. Obrigado por me apoiar. Obrigado por fazer parte da minha vida. Essa vida tão confusa, tão incerta. Nas nossas incertezas nos complementamos.
Acredito que nada que vivemos foi acaso. Tudo já estava planejado e hoje posso dizer que se voltasse atrás viveria tudo outra vez, porque estou certo que passamos juntos os piores e os melhores momentos. Minha amiga, minha irmã, pra sempre comigo. Você já é uma marca na minha vida e não sei se agüentaria uma abstinência prolongada de você.
Só me resta dizer uma coisa: Te amo! Não o amor dos apaixonados, não o amor das loucuras, também não aquele amor são. O único amor que você considera verdadeiro. O amor dos amigos. O amor dos cúmplices. Te amo, amiga!
Parece que a já é hora de desligar o telefone. Minha mãe me gritou e você tem que ajudar o Rafael com o dever de casa. Desejo que você não cresça, mas cada vez mais seja a menina. A minha menina. Beijos pra ela.

João Victor
Seu amigo n° 1!